Israel, os EUA e a Europa de joelhos
Durante décadas, as guerras do Ocidente precisaram de uma encenação moral. Era necessário construir uma narrativa, fabricar uma ameaça, inventar provas, agitar medos, apresentar ao mundo uma suposta causa justa. Falava-se de armas de destruição maciça, de libertação de povos, de defesa da democracia, de segurança internacional. Era preciso, pelo menos, fingir.
