Leitor, precisamos de conversar
Vou contar-lhe uma coisa, mas tem de prometer que, para já, não a conta a ninguém. Ainda não sei o que fazer com isto. Tem de prometer que não me julga, que não me faz refém desta confissão que a si, e só a si, quero confiar.
Não há maneira de dizer isto com jeito, às prestações, como antigamente os pobrezinhos compravam televisores. Tem de ser de chofre, de chapa, como um mergulho lançado da encosta mas em voz baixa: estou........
