Seguro por convicção, não por negação de Ventura
Seguro propõe soluções para problemas que Ventura denuncia, por exemplo na imigração descontrolada, na corrupção e nos altos impostos.
Sobre imigração, Seguro avançou com a robótica aliada à inteligência artificial (IA) como uma possível alternativa e solução para a imigração descontrolada e escassez de mão de obra. Isto no último debate com Ventura onde este o acusou, sem razão, de não ter ideias. Se Ventura quer chegar a primeiro-ministro devia parar para escutar e rodear-se mais de profissionais altamente qualificados e independentes da política, algo que Seguro fez durante muitos anos contribuindo para a sua muitíssima provável chegada a Presidente da República. Já tínhamos referido no Observador que robótica é de facto uma proposta com pés (ou rodas) para andar, pois muitas das tarefas ainda feitas por mão de obra desqualificada, estão a começar rapidamente a serem feitas por robots na China, no Japão ou nos EUA. A robótica continua a avançar de tal forma que ainda a semana passada Tesla anunciou que vai acabar com a produção dos seus carros modelos S e X para começar a produzir robots humanoides que façam tarefas humanas. Relevantemente, o diretor de campanha de Seguro, Paulo Lopes Silva é um jovem engenheiro informático e gestor de projetos tecnológicos, que só recentemente chegou a deputado na assembleia da república (após a saída de Costa).
Quanto à luta contra a corrupção, logo no início de Junho de 2025 publicámos aqui um artigo a explicar porque todos os eleitores do centro e direita deviam votar em Seguro, incluindo não só nós próprios como membros quinquenários da IL (Cotrim ainda não tinha aparecido) e os do PSD/CSD, mas o próprio André Ventura e restantes eleitores do Chega. Fizemo-lo assim que Seguro anunciou a sua candidatura a presidente, quando as sondagens não lhe eram nada favoráveis e os piores elementos do partido socialista se opunham à sua candidatura, pelos mesmos vis motivos pelos quais o afastaram da liderança do PS, só validando ainda mais as qualidades intrínsecas de Seguro, como a recetividade a novas ideias e seriedade. António José há muito que propõe algo que nunca António (Costa) e José (Sócrates) quiseram: a separação da política misturada com negócios que usam o dinheiro do estado, o fim do partido invisível que transfere inexplicavelmente o esforço de milhões de contribuintes para meia dúzia de amigos de políticos, sem nunca haver melhorias significativas dos serviços públicos ou descida significativa dos impostos que oprimem os Portugueses e as verdadeiras empresas produtivas. Não é por acaso que vimos a 4 de janeiro de 2026, no hotel Lux Park em Lisboa, ao lado de Seguro, quer Paulo Morais, que tem denunciado inúmeros desvios milionários de dinheiros públicos, quer Cunha Rolo e Luis de Sousa que tem investigado e proposto ideias nas instituições publicas que combatam o desperdício e corrupção.
Seguro tem, pois, uma qualidade única e rara na classe política nacional que Ventura devia aprender e ter se chegar a Primeiro-Ministro e Seguro devia manter quando for Presidente, tal como fez agora com robótica e inteligência artificial. Essa qualidade de que nunca se ouve falar na imprensa é a sua recetividade para ideias propostas por profissionais nacionais e internacionais de sucesso sem nada a ver com a política ou não dependentes financeiramente da política. Testemunhámos essa enorme qualidade quando com ele colaborámos de 2011 a 2014 através de um grupo de........
