O "Público" e o Engodo da Contra-Petição do Arco-Íris
A petição nacional “Pelo Fim da Ideologia de Género nas Instituições e pela Revogação da Lei 15/2024”, NÃO é uma «defesa das terapias de conversão em crianças». É exactamente o contrário: trata-se de uma defesa da liberdade científica, da ética médica e do direito dos menores a um acompanhamento psicológico sério, exploratório e não ideológico.
Os activistas do «arco-íris» e a comunicação social alinhada (nomeadamente o jornal Público) diabolizam deliberadamente esta petição — que reuniu mais de 16 800 assinaturas — para ocultar que a Lei 15/2024 é uma lei mal redigida, maniqueísta, inconstitucional e perigosa para as crianças. O jornal Público, em pleno activismo ideológico, promove activamente uma contrapetição que já ultrapassou as 50 mil assinaturas em apenas cinco dias, mentindo e desinformando ao afirmar que a petição original visa a “descriminalização das terapias de conversão sexual” — quando, na verdade, o que se pede é simplesmente a revogação de uma lei repressiva que transforma o bom senso clínico e parental em crime. Não proíbe a «tortura»; proíbe, sim, o exercício livre da medicina e da psicologia sempre que estas não se submetam ao modelo afirmativo de género.
Pior ainda: a mesma lei criminaliza os próprios pais que não afirmem imediatamente a identidade de género dos seus filhos — tenham eles a idade que tiverem —, prevendo a inibição do exercício das responsabilidades parentais por 5 a 20 anos (art. 69.º-C, n.º 3 do Código Penal) quando o suposto “crime” for praticado contra um descendente. Esta é a verdadeira face da lei: transforma o cuidado parental normal, a prudência clínica e a liberdade de pensamento........
