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2026: A implosão da ideologia trans

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11.01.2026

O título do ensaio de PITT de 30 de dezembro de 2022 era “Que venha 2023: O Ano em que a Maré Virará”. A maré não virou em 2023 nem em 2024, mas começou a virar em 2025, e de forma avassaladora.

A ideologia trans explodiu como um tema incendiário durante as eleições presidenciais nos EUA, e muitos analistas afirmam que foi o factor decisivo para a vitória esmagadora de Trump. Quem é que se esqueceu dos anúncios devastadores: “Kamala é a favor de eles/elas. O Presidente Trump é a favor de vós”? Sim, a maré está a virar com força, mas ainda não virou por completo. Talvez 2026 seja o ano em que essa insanidade finalmente acabe.

Esse movimento ganhou um impulso colossal no dia 18 de Dezembro de 2025, quando o Secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., anunciou restrições drásticas no sentido de proibir a mudança de sexo em menores, declarando sem rodeios: «Isso não é medicina. Isso é negligência médica».

Esperamos que instituições corruptas e complacentes – como a academia, a medicina e a psiquiatria – acordem para a realidade que o resto do mundo já percebeu: os chamados “cuidados de afirmação de género” não são cuidados, não é medicina, nem é ciência. É a mutilação sistemática de crianças vulneráveis, impulsionada por uma ideologia tóxica que erode os direitos das mulheres, devasta vidas inteiras e despedaça famílias.

Essa pseudociência ignora evidências gritantes como a que revela: até 94% das crianças com disforia de género desistem naturalmente ao passar pela puberdade se não forem intervencionadas, mas quando são encaminhadas para bloqueadores de puberdade, quase todas prosseguem para hormonas cruzadas e cirurgias irreversíveis.

Os perigos são aterrorizantes e estão bem........

© Observador