A flotilha dos "CONDOMS"
Chegada a temporada das flotilhas, a deste ano integrava cerca de 70 barcos e quase mil flotilheiros, todos da mesma nuvem internacionalista do “activismo” anti-israelita, de esquerda ou extrema-esquerda cultural, com ligações a movimentos islamistas terroristas ou que dão cobertura ao terrorismo.
Esta gente quer ajudar ou usar Gaza?
Ajudar exige alimentos, medicamentos, negociação difícil, controlo de destino, trabalho no terreno e alguma modéstia. Algo que está a ser feito por gente mais capaz, empenhada e qualificada.
Usar, só exige financiamento obscuro, alguns figurantes sem ideia do que ali andam a fazer, barcos, postagens no TikTok, meia dúzia de estribilhos comoventes, um comunicado pronto antes da ocorrência e a esperança de que Israel faça exactamente aquilo que os organizadores querem que Israel faça. Numa palavra, encenação.
Uma parte da flotilha revolucionária em curso, foi interceptada por Israel, e incluía “activistas” portugueses que Israel depositou na Grécia, torpedeando assim o desejado espectáculo da vitimização.
O Governo português chamou logo o embaixador israelita e garantiu protecção consular aos turistas. Países governados por luminárias como Sanchez ou Lula, foram mais longe, condenaram a actuação israelita e pediram a libertação dos “activistas”. Segundo os organizadores (gente ligada ao Hamas e à Irmandade Muçulmana) e os rebanhos a bordo, Israel, a agir no quadro de um bloqueio legalmente declarado, está a cometer “pirataria”, provavelmente a usar “força desproporcionada” e quiçá a “cometer genocídio”, como é habitual.
O enredo é o habitual. Os “activistas” fumam uns charros no Mediterrâneo, Israel intercepta-os, algumas capitais europeias indignam-se, certos jornalistas salivam, fantásticos comentadores explicam o DI em três minutos, e uma parte de Gaza continua sequestrada pelo Hamas e usada como cenário e pretexto para exibições de virtude, embaladas em raves de erva, jambés e preservativos, nas noites loucas do Mediterrâneo.
A verdade é que estas flotilhas nada têm a ver com “ajudar”. Não foram financiadas para levar farinha, arroz ou antibióticos, mas sim alguns idiotas úteis convencidos que são esclarecidos e excelentes pessoas, albardados com acusações e ódio aos “sionistas”, ou seja, aos judeus.
Gaza é o........
