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O incidente e o grave ataque

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28.03.2026

Ficámos a saber que, na Sexta-Feira, 20 de Março, em plena Assembleia da República, se deu “um grave ataque” aos direitos humanos, um “retrocesso civilizacional face à legislação em vigor”. E quem lançou este míssil ao coração do “consenso científico internacional” e dos “direitos humanos”? Quem aprovou semelhante alteração à legislação?  “Apenas o PSD, o CDS e o Chega”, contra todos os outros partidos e a boa opinião de quem sabe, esclareceu-nos uma profissional da informação.

Sim, o diploma em causa – contrariado pelo BE, PCP, PAN, Livre, PS e, sem surpresas para os menos distraídos, também pela Iniciativa Liberal – foi aprovado “apenas” por três partidos.

E assim, mediante este “grave ataque” perpetrado por “três partidos apenas”, se gorou um “progresso civilizacional”, ou seja, se limitou a possibilidade de os menores de 18 anos mudarem de nome e de género – para poderem fazê-lo, passam agora a ser necessárias duas bizarrias: um parecer médico e a autorização dos pais.

Que o “grave ataque” anticientífico, que o famigerado “retrocesso civilizacional” se possa traduzir, a curto e a longo prazo, num assinalável progresso humano, científico e civilizacional, é qualquer coisa de inconcebível para os arautos do “progresso”… mas não para as vítimas precoces dos seus trágicos delírios ideológicos, das suas promessas de redenção e de resolução de todos os problemas com fictícias mudanças de identidade, seguidas de terapias hormonais irreversíveis e de mutilações cirúrgicas.

O mais curioso e o mais grave em todas estas teorias de identidade de género é a negação da ciência em nome da ciência; a instigação, desde a mais tenra idade, da ilusão da........

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