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Não tenho filhos, ponto final!

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Muitos mães e pais alienados escrevem-me e contam que as histórias de vida que partilho são exatamente iguais às suas, dizendo “essa é a minha história” ou como Luís refere: “Revejo-me em tudo o que descreve em relação ao pai ‘José’”. Refletem-se em vivências iguais, de pais e mãe vítimas de alienação, que passaram pelo mesmo sofrimento, como conta Luís: “Também fui vítima de alienação parental por uma mãe de igual, ou pior, índole”.

Este é o testemunho de um pai alienado, Luís, que está há cinco anos sem ver os filhos: “Sucedeu no início em 2020. Hoje não há qualquer relacionamento entre mim e os dois filhos (um rapaz 17 e uma menina com 15)”.

O Luís, foi vítima de uma campanha denegridora perpetrada por uma mãe alienadora, e proibido de ser pai de dois filhos. Luís fala-nos das estratégias abusivas utilizadas pela mãe alienadora para impedir os filhos de terem pai: “Para obter uma definição das responsabilidades parentais mais favorável junto do Tribunal de Família … valeu tudo e recorreu-se aos métodos mais vis”.

O Luís descreve comportamentos e atitudes que constam entre os 28 critérios da sistematização que realizei para identificar a alienação parental, dando exemplos e testemunhos adotados pela mãe alienadora para quem “Foi fácil cometer a Alienação”, nomeadamente:

1. Profere falsas imputações e denúncias de abuso sexual e outros tipos de maus tratos ou violência doméstica. Como identificou o Luís, a mãe alienadora permitiu-se: “efabular cenários de Violência Doméstica perpetrada pelo pai contra mãe e filhos… empolamento, em sede de Tribunal de Família, da educação do ‘não’ ministrada pelo pai transfigurando-a num cenário de violência contra os menores (através do falso testemunho de amigas) … instruir testemunhas para prestar falso testemunho”.

2. Incute/insinua aos filhos que o pai ou mãe alienada é uma pessoa perigosa. O Luís referiu-se a uma: “ida da mãe à Medicina Legal com nódoas negras (Inquérito Judicial do MP arquivou, não só por falta de prova, mas por inverosimilhança… tardou, contudo mais de um........

© Observador