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Fechar a escola para balanço e abrir com outra gerência?

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03.05.2026

Há alturas em que me pergunto porque não há-de a escola fechar para balanço e abrir com outra gerência.

Porque, à data de hoje, não está claro se uma escola mais centralizada significa melhor escola, mais sabedoria, mais equidade e maior igualdade. Será que é centralizando a gestão da educação, com a ideia que ela é, assim, mais igual para todos, que a escola se torna mais amiga do conhecimento e da sabedoria? Será que os alunos do litoral e os do interior, os das escolas inclusivas e os das escolas exclusivas, os das escolas que têm de mais de quarenta nacionalidades e os das escolas que selecionam os seus alunos à partida, os das turmas que têm 18 alunos e os daquelas que têm 30 ou mais, ou os das turmas A (que são escolhidos e têm melhores professores) e as turmas que nesta altura ainda não têm professor aprendem o mesmo, de forma tendencialmente igual, na altura mais ou menos adequada e à mesma velocidade? Será que unicidade é sinónimo de igualdade?

E devia fechar para balanço, porque não se entende se a escola, aos dias de hoje, está pensada para as crianças e para o mundo do século XXI ou não estará agarrada a uma estrutura curricular, a métodos de ensino e de avaliação que já não se têm nada a ver com aquilo que a escola deve ensinar e com os formatos........

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