Luzes das Ribaltas
“Luz, quero luz, sei que além das cortinas são palcos azuis e infinitas cortinas, com palcos atrás. Arranca vida, estufa veia
e pulsa, pulsa, pulsa, pulsa, pulsa mais”. Que o empresário, o “restaurateur”, Pedro Navarro, continue pensando em luz e trazendo mais luz. Que sua lanterna e seu farol continuem iluminando os mais finos paladares e porcelanas de Tiradentes e em breve, Belo Horizonte.
E mesmo com tanta luz, inspiração e dedicação, seus restaurantes sigam aconchegantes como um romântico jantar à luz de velas. Que o “Tragaluz” e agora o “Lagar” tenham a vocação das ribaltas, mas com final feliz. Essa introdução é apenas um fósforo com luz de isqueiro. A luz da fogueira ou do forno a lenha está logo a seguir, com Pedro contando sua saga desde o início até o presente “saindo do mesmo forno”. No cardápio, temos entrada, pratos principais e sobremesas, todos bem regados por Tiradentes, vinhos, azeites e as mãos dos chefs Felipe Rameh e Jésica Mota. No mais, que a leitura traga mais luz a todos vocês. Bom apetite.
“Primo” Pedro, nomes são importantes como a capa de um livro, por que “Tragaluz”?
O nome “Tragaluz” foi retirado de um delicado poema escrito em 1969, por minha tia, enquanto ela desenhava com suas alunas. Naquele texto, ela finaliza com os dizeres: “Que o ano novo me traga luz”. Em 1999, ao comprar o imóvel onde hoje funciona o restaurante e revisar suas anotações, a junção dessas duas palavras nos levaram ao belo nome “Tragaluz”.
O “Tragaluz” continua dando as cartas e o cardápio em Tiradentes?
Sempre com deliciosas novidades. Prezamos pelos clássicos da Casa, nestes 25 anos que iremos completar em 2025, sem perder o desejo de inovar. Geralmente, compartilhamos novidades semestralmente, mas sempre temos as “sugestões do Chef”, que proporcionam experiências fora do........
© O Tempo
