Martínez adora Cristiano Ronaldo mas abre debate penoso para os dois
Um caçador de marcas preso ao estatuto, incapaz hoje de contagiar, um treinador que aspira a títulos, refém de uma estrela. Uma estrela que vingou e se fez imortal como animal competitivo, hoje atordoada por uma injeção letal. E a injeção não vem de qualquer marcador implacável, vem de uma estrutura teimosamente subserviente, lambuzando-se dos feitos que ficaram para trás, da marca CR7 e da pressão popular que cultiva uma vénia eterna, proibindo-se de fazer uma reflexão.
O Portugal-RD Congo foi penoso, primeiramente pela fraca dimensão da equipa, não se entendendo verdadeiramente o papel do treinador, fosse na compreensão de equívocos como construção de estímulos. A seleção de Martínez entra em fases finais como um........
