Farioli tem razão quando aponta às zonas cinzentas e verdes
Chegar à vantagem com alguma sorte e perdê-la com muito azar. O Dragão viveu ontem uma noite de emoções fortes, clímax, anticlímax, do tédio à euforia e, no fim, à desilusão e à incredulidade. Não que o FC Porto merecesse ganhar um jogo onde usou e abusou de uma espécie de morrinha pascal inconcebível, mas também explicada pela força aditivada a muita convicção dos famalicences a jogarem o jogo de uma vida.
