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Questionar não é um ataque à classe

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07.04.2026

Enquanto couber aos humanos o direito ao erro, às polémicas e à intensidade das reações de adeptos e clubes, a arbitragem nunca estará ao alcance da inteligência artificial. A arbitragem é humana, por isso sempre sujeita a interpretações, resultado dessa impossibilidade de alcançar a perfeição. Tudo bem, se não estivermos a falar do que se passa fora das quatro linhas. E, não sendo chamado aqui o conforto da sala do VAR, pode-se, por oposição, falar bem alto da periódica e incongruente defesa das regras e métodos, como se bastasse estar escrito num papel para impedir que o humano errasse no campo. Nunca será, obviamente, um ataque à classe.


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