O regresso do Diabo
Passada a tempestade eleitoral que vivemos, no início da bonança de três anos e meio sem eleições – ainda que nunca se saiba o que lá vem, com um governo com suporte parlamentar minoritário –, é tempo de governação. É aqui que regressa Pedro Passos Coelho. Não como candidato, porque recusa sê-lo, mas como senador, com o peso de ter sido primeiro-ministro e com capacidade de intervenção pública, mais ainda com Luís Marques Mendes reformado pela derrota........
