Amantes do risco
As vezes que ouvimos e dizemos que os portugueses são estruturalmente avessos ao risco. É aquela ideia de sermos conservadores, de não gostarmos de mudanças. Por isso, guardamos o dinheiro debaixo do colchão ou em depósitos a prazo, com perda de valor garantida, comido pela inflação, mas com dinheiro à vista, à mão. É verdade. No final do ano passado as famílias tinham 201 mil milhões de euros em depósitos nos bancos. Um recorde. Somos aforradores, não........
