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Dano Cerebral Adquirido: e depois da alta hospitalar?

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21.01.2026

"Em Portugal, a cada hora, três pessoas sofrem um acidente vascular cerebral. Uma morre. Das que sobrevivem, metade ficará com sequelas incapacitantes. Por detrás destes dados está uma realidade crua e silenciosa: vidas que mudam num instante. Pessoas ativas, independentes, com rotinas, responsabilidades e sonhos - de repente, confrontadas com um Dano Cerebral Adquirido (DCA) . Não é uma estatística distante. É o seu vizinho, a sua colega, o seu pai. Pode acontecer a si, a qualquer um a qualquer momento. Esta realidade que atravessa todas as famílias, todas as profissões. E continua a acontecer, todos os dias."

O Dano Cerebral Adquirido é o nome técnico para uma agressão ao cérebro que acontece ao longo da vida e não no nascimento. Pode resultar de um traumatismo, de um tumor, de uma infeção ou de uma paragem cardiorrespiratória. Mas, em Portugal, é o AVC uma das principais causas, que afeta cerca de 25 mil pessoas por ano, das quais, cerca de 30% em idade ativa, que são forçadas a interromper a sua vida profissional, muito para além do momento agudo do acidente. Porque, o grande desafio vem depois da alta hospitalar. Um percurso cheio de ruturas........

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