Transformar presença em propósito
O país já viu demasiadas vezes a política confundir-se com catarse, pelo que assistir ao regresso de Pedro Nuno Santos à vida política após dois "imensos" meses de ausência não implica aplaudir a sua pressa. Entre o silêncio cúmplice e o estrondo vingativo, existe um território mais exigente: o da responsabilidade. É aí que se mede a diferença entre voltar e avançar. Para já, o seu regresso ao Parlamento foi apenas uma regressão com bastante por contar, mas que quis ser, simultaneamente, o reencontro esperado e a descarga eléctrica.
Convém não confundir regresso com "revanche". Ao elogiar José Luís Carneiro pela frontalidade........
