Repensar a economia da cultura
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O carnaval do Brasil, a maior festa do mundo, terminou recentemente. Para quem nunca presenciou, nenhuma descrição faz jus à sua grandiosidade. Os blocos a tocar nas ruas, as escolas de samba a desfilar pelo Sambódromo do Rio de Janeiro, as bandas, os figurinos e a alegria coletiva de milhões de pessoas constituem um espetáculo por si só. Em tempos sombrios e de divisão, o carnaval recorda-nos que a participação, a criatividade e a celebração partilhada não são periféricas à vida económica. São parte essencial da vida económica.
