JUNTOS, enfrentaremos as dificuldades da conjuntura
Creio ser necessário, sobretudo no caso português, não alimentar muitas ilusões sobre o actual momento nacional.
A situação interna já não se apresentava fácil, antes da calamidade que foi a maior tempestade de que há memória em Portugal Continental. A qual, em termos de boa governação e mesmo que o Governo da República, bem, evite posições públicas que criem alarme social, forçosamente representará alterações importantes nos critérios de Despesa Pública.
Trata-se, agora, de levar a cabo uma tarefa gigantesca de reconstrução e de recuperação económica, com a qual a Região Autónoma também deve ser solidária, porque noutras circunstâncias, nos aluviões, os Contribuintes de Portugal Continental foram-no também connosco.
O que, cá e lá, em termos de governação decente, implicará cortar em fantasias e sair da grande mediocratização deste século que foi a dos meios públicos andarem sujeitos à prioridade da “compra de votos”.
As intempéries e as calamidades verificadas, aconteceram quando já estávamos ante outros desastres nacionais, a dever implicar juízo no........
