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Do ponto A ao ponto B: o que a história da plataforma Casar.com ensina sobre crescer com sustentabilidade

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27.07.2026

Todo mundo que decide abrir uma empresa, mais cedo ou mais tarde, esbarra no mesmo dilema: como ir do ponto A ao ponto B?Essa é a pergunta que persegue quem tenta sair da inércia e, quase sempre, aparece de forma bem pragmática na mesa de negociação com investidores.

Eles adoram questionar a sua capacidade de cruzar essa ponte, mas raramente definem o que diabos é o “ponto A” e muito menos o “ponto B”.

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Sendo bem honesto, levei anos (e tomei muita cabeçada) para aprender a responder a isso.

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A matemática da escassez

Entender que o ponto A é a largada é a parte óbvia. Mas e o destino seguinte? Ele é medido por um prazo? Por uma meta de faturamento? Pela entrega de uma nova versão do produto? Ou tudo isso junto?

Se já é difícil desenhar a primeira etapa, imagina o resto do alfabeto. Depois de patinar bastante, cheguei a uma lógica que, pelo menos para mim, tem funcionado muito bem para deixar essa visão mais clara.Funciona assim: o ponto A é aquele modelo de negócio que te permite gerar receita desde o primeiro dia, usando o mínimo possível de recursos externos – seja dinheiro, infraestrutura ou conhecimento de terceiros.

Leia também: A inovação que mora no óbvio: como o Klubi ressignificou o consórcio na era digital

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O ponto B, por consequência, precisa ser o seu primeiro marco factível. Aquela meta que dá para bater usando exatamente esses recursos escassos........

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