Branding de influência além do like
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O mercado de influência vive uma crise de identidade. Não é uma crise de volume. O dinheiro continua fluindo, os creators se multiplicam e as campanhas ficam cada vez maiores. É uma crise de significado. Estamos medindo o sucesso pelo volume, não pela aderência. E essa miopia estratégica vem custando milhões em equity para as marcas.
O marketing de influência tradicional se afogou em métricas de vaidade. Curtidas, comentários e impressões são o novo pão e circo do mercado. Esses indicadores inflam relatórios, justificam budgets e dão a falsa sensação de sucesso.
A lógica tradicional trata o influenciador como veículo. Paga-se pelo alcance, mede-se o clique e repete-se a fórmula até cansar. O mercado, em sua pressa por escala, construiu uma estrutura frágil e fácil de desmontar quando se exige metodologia e resultado sustentável.
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Essa fragilidade expõe um mercado onde a maior parte do investimento se perde no ruído. Em muitos casos, 80% a 90% dos comentários em um post patrocinado falam do influenciador [“linda”, “te amo”] e não da marca........
