Mexeu com a Duda Campopiano, mexeu comigo
Vi a Duda Campopiano pela primeira vez em 2021. Na época, ela estava com 18 anos, usava cabelo pintado de azul e umas maquiagens meio góticas, um visual que costuma ser associado às jovens (e não tão jovens) militantes de esquerda.
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Mas as aparências, no caso, enganavam muito. Duda era articuladíssima, não usava jargões de militância e tratava muito bem a língua portuguesa. Contra todas as probabilidades, era uma jovem conservadora. Quando mostrei um vídeo dela a meu querido amigo Silvio Grimaldo, o cientista político mais odiado das redes, ele comentou:
— Se a menina do cabelo azul está ao nosso lado, nós vamos vencer a guerra.
Hoje, Duda não usa mais cabelo azul, mas eu continuo fã dela. Tive a chance de conhecê-la pessoalmente em 2022, no CPAC realizado em Campinas, quando gravamos uma entrevista bem bacana para o extinto jornal Brasil Sem Medo. Desde então, acompanhei suas manifestações públicas, sua eleição para vereadora em 2024 (sendo a mais jovem e mais votada candidata de Praia Grande), seus debates na internet, sua vida de estudos e — o que me deu enorme alegria — sua conversão à Igreja Católica.
Na semana........
