Maracu… Tayayá…
“Tayayá” é mesmo um nome sugestivo. É resort chique em Ribeirão Claro, no Paraná. É lugar por onde circula como “imperador” o ministro do STF Dias Toffoli. Para alguém que aprovou e achou engraçado o roubo de um processo por um advogado, para alguém que foi reprovado duas vezes no concurso para juiz, para alguém que foi consultor jurídico da Cut e do PT, advogado do Lula, assessor do José Dirceu, ele foi longe. O problema é quando se vai longe demais... E ele foi também.
Em 2001, oito anos antes de se tornar ministro do STF, Toffoli foi condenado pela Justiça do Amapá a devolver R$ 420 mil porque venceu uma licitação de forma ilegal para prestar serviços advocatícios ao estado... Na imprensa quase ninguém se lembra disso... Também já não se fala mais da mesada de R$ 100 mil que o ministro recebia do escritório de advocacia “da mulher dele”, Roberta Maria Rangel. Pelo jeito, também deve ser ignorado o fato de que Toffoli atrapalhou as investigações baseadas em dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e da Receita Federal que envolviam os escritórios de sua mulher e da mulher do colega Gilmar Mendes.
Na época do mensalão, o ministro não se declarou suspeito para julgar antigos clientes e amigos... Quando veio o petrolão, ele teve a desfaçatez de dizer que a Lava Jato destruiu........
