Que em 2026 a vida lhe dê paçoquinhas
Véspera de Natal, por volta de 9 horas da manhã. Calor carioca em Curitiba, vontade de tomar uma nos botecos que preguiçosamente já começavam a abrir. Céu de azul desenhado por criança, com duas nuvens pequenas idênticas.
Gosto de caminhar mirando o alto, o céu vazando pelos cantos dos prédios, o topo das árvores acarinhadas pela brisa que não se sente ao rés do chão. Passava por uma das ruas do Centro, das poucas só residenciais. As calçadas vazias, até de cachorros.
Meu olhar de repente é capturado por uma bandeira que esvoaçava de uma janela enorme, inteiramente aberta, coisa rara em Curitiba. Noto que há outra na janela vizinha, também escancarada, certamente do mesmo apartamento. Eram da Palestina e a outra colorida, símbolo do movimento que parece possuir todas as letras do alfabeto, menos a “h”.
Dois andares abaixo, outras duas janelas, com bandeiras de igual tamanho, ambas do Brasil. Sorri, imaginando. Teria havido treta em reunião de condomínio,........





















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