Uma feminista pode assediar ao vivo, só por ser esquerdista?
Durante um debate no podcast RedCast, a vereadora de Praia Grande (SP) Eduarda Campopiano sofreu assédio sexual de uma debatedora identificada como “Savani”. Acompanhada de outra feminista identificada como “Lady Satã”, as duas “bruxas feministas” (com o perdão da redundância) defendiam a liberdade do corpo e os desejos sem controle, enquanto Campopiano e Lauane Lopes defendiam a visão cristã de autocontenção dos desejos.
Savani, uma das “bruxas feministas” (data venia ao pleonasmo), depois de fazer constantes referências à idade de Campopiano (o famoso argumentum ad girlinem), sem muito o que oferecer, disparou, repentinamente: “te chuparia toda, garota” (sic). Conforme Campopiano se levantava e se afastava assustada, Savani ainda emendou: “Tu precisa disso... você vai me processar por isso? Eu tô falando pra você que eu desejaria você... Gostosa!”.
Nada que não fosse esperado de uma bruxa feminista (toda bruxa é feminista e toda feminista é bruxa, mas enfim, estamos citando). O problema ainda maior ocorreu logo depois.
Savani, feministamente, afirmou que o assédio explícito e ao vivo expressava algo natural, negando a gravidade do que havia feito segundos antes. Afinal, segundo Savani, o normal é ter desejos e apenas sair fazendo o que se dá na telha, sem freio algum, sem autocontenção alguma, pois tudo isso seria uma moral ultrapassada.
Exatamente o que prega uma bruxa ou um satanista – o satanista Aleister Crowley cunhou a expressão........
