Mais um réquiem pelo Direito Internacional
Indo do presente para o passado, temos várias causas a ponderar: o desprezo de Trump pela própria ordem internacional é a mais recente; mas não é, provavelmente, a principal. Se alguém considerar normal manter na ONU um país que tem entre os seus objetivos acabar com outro (caso do Irão, em relação a Israel) ou ter Israel (antes de Netanyahu) como o maior violador de Direitos Humanos do mundo, pode contentar-se com a condenação dos EUA. Mas para quem olha o mundo na sua globalidade e não esquece o que se passa em muitas outras latitudes e paralelos, facilmente descobre que o espírito das Nações Unidas andava há muito desprezado, dentro dos próprios corredores da organização.
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