A vitória da sensatez contra o destrambelhamento
António José Seguro confirmou no domingo passado o que já se sabia: a vitória, claro, que já nem lhe podia fugir, a superação dos dois terços de eleitores, e a estratosférica votação de mais de 3,5 milhões de votantes. Ainda vemos quem se interrogue como pode a sensatez (a que chamam falta de convicções ou ausência de ideias) ter tantos votos; ainda há quem opte pela mais fácil das respostas – porque o adversário era Ventura; ainda há quem se indigne por tanta gente – mais de 1,5 milhões – de não socialistas terem votado num ex-secretário-geral do PS.
