Irão: aprender, aprender nunca
A intervenção no Iraque levou, em sucessão, ao colapso de uma nação, ao caos regional, ao nascimento do Estado Islâmico, à guerra na Síria e, depois, a uma crise migratória com efeitos profundos e duradouros na Europa. Décadas depois, continuamos a fingir surpresa perante as consequências em cadeia. Basta ver bombas a cair no Bahrein, nos Emirados Árabes Unidos, na Síria, na Jordânia, na Arábia Saudita, no Catar ou no Kuwait — embora a imprensa portuguesa, por hábito de parcialidade, quase só testemunhe em Israel — para perceber o risco absolutamente desestabilizador da operação israelita e americana no Irão.
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