Alemanha, Rússia, Israel. Não há expansionismos bons. Nem os bíblicos
No excelente trabalho de Ana França, com Jaime Figueiredo, o conceito de “Grande Israel” é bem explicado. Trata-se de um objetivo político que parte de leituras bíblicas — a promessa de terras entre o Nilo e o Eufrates. Incluiria toda a Palestina e partes do Líbano, da Síria, da Jordânia e, nas leituras maximalistas, zonas do Egito, do Iraque, da Arábia Saudita e até um pouco da Turquia.
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