O povo, o líder e o projeto
Há coisas que o Brasil pode vir a ser; outras, que não. Passado o umbral de 2026, com a folia do Carnaval made in Brasil, a imprensa e as redes sociais começam a fuçar o baú de palpites sobre nosso destino político. Até novembro, esse rumo estará traçado. Natural que os mercados, em especial o financeiro, queiram antecipar tendências e preferências eleitorais. O povo brasileiro se manifestará. Para escolher, o povo precisa enxergar alternativas reais.
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Se um “meio-Lula” se apresentar como alternativa ao velho Lula, a meia-novidade não prevalecerá. Será Lula de novo, com caspa e tudo. E se aparecer um “meio-Bolsonaro” para fazer as vezes do Messias, aí mesmo que o bloco lulista exultará, pois um oponente de meia força é o único capaz de dar, por antecipação, mais um mandato a Lula.
Portanto, não serão metades de lulas ou de bozos que convencerão um eleitorado vacinado e decepcionado com os políticos e com a política em geral. O país precisa eleger um novo líder. Simples assim. Alguém “sem rabo preso” e com autoridade (forte currículo público) e experiência (sucessos efetivos em gestão de governos) para inaugurar uma nova era para uma nova geração de brasileiras e brasileiros.
O novo não é simulacro do velho. O novo é embalado por sonhos, mas cercado pelas balizas de um grande projeto. O presidente Temer, hoje muito elogiado por tal iniciativa, foi o político que mais recentemente vislumbrou um projeto de nação – a Ponte para o Futuro – um roteiro........
