Infraestrutura e agro no radar dos investidores
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de cortar a taxa básica de juros (Selic) para 14,25% ao ano, na terceira redução consecutiva, não tira o Brasil do patamar de país com a mais alta taxa de juros reais, mas incorpora um componente que pode alavancar a retomada dos investimentos no segundo semestre deste ano. Há projetos e tudo que o capital, nacional ou internacional, quer é previsibilidade, com regras claras do mercado e estabilidade. E se os investidores podem aumentar o apetite pelo país com o declínio da taxa de juros, projetos de infraestrutura em Minas Gerais e o anúncio do volume recorde de R$ 525,1 bilhões para o Plano Safra, com a destinação de recursos para a transição energética, são as oportunidade no Brasil.
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A lógica, como de costume, é que o Brasil tem os ativos certos, mas resta saber se terá a maturidade institucional para sustentá-los. O recente levantamento Termômetro do GRI – Edição Especial Infra Minas GRI 2026 consolida o estado como um dos destinos mais atraentes para o capital privado no país. O dado mais significativo é a confiança: nenhum dos executivos entrevistados planeja reduzir ou encerrar operações no estado, uma melhora significativa em relação ao ano passado.
O grande motor dessa atratividade é o saneamento básico e a infraestrutura........
