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A ilusão dos gurus e o imponderável das eleições

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04.07.2026

O economista alemão Achim Klement alcançou o status de “guru” porque nas três últimas Copas projetou corretamente o país campeão, com apoio de seu modelo estatístico. O negócio vinha dando certo, até que, nesta Copa de 2026, a fama conquistada foi ao chão: ele errou a previsão de que o Brasil seria eliminado pelo Japão, assim como falhou na previsão de que Marrocos eliminaria a Holanda, apontada por Klement como futura campeã. Para lá de interessante foi a reação de Klement, quando questionado sobre o desempenho de seu modelo. Segundo o economista, o estudo nasceu para demonstrar como as previsões esportivas podem ser ilusórias. “Tudo começou como um exercício para mostrar a arrogância dos economistas, que acreditam conseguir prever acontecimentos sobre os quais possuem poucas informações. Agora virou uma demonstração de que, quando você tem sorte várias vezes, as pessoas passam a acreditar que você é um guru”, disse.

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Frente ampla ou candidatura própria?

Se no plano local, faltam informações mínimas de quais serão as candidaturas e como se organizam as forças políticas na sucessão mineira, na disputa presidencial, as cartas estão dadas e permitem projeções com boa probabilidade de acerto. Caso o pleito em primeiro turno ao Planalto fosse hoje, sabe-se que Flávio Bolsonaro (PL) manteria um terço de apoiadores leais; Lula (PT), pouco mais de um terço. As três candidaturas mais sólidas que tentam se apresentar como “terceira via” – Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) –........

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