Opinião | Quem é Vanessa Silva, chef do melhor francês de São Paulo
No comando do Bistrot Parigi, Vanessa Silva não sonhou em ser cozinheira desde pequeninha. Naquela altura, magrelinha, associava comida à festa, tão imprescindível quanto a música, tão responsável pela alegria quanto a dança. A cozinha veio depois das duas filhas, quando ela já tinha mais de vinte anos de idade.
Uma vez no curso de gastronomia da FMU, começou a ajudar um professor belga em eventos. No ato, aprendeu a executar volumes, estabelecer prazos e ater-se aos processos – afrancesados, diga-se de passagem.
“Eu nunca fui de sair para restaurante. Sempre era comida feita em casa, comida portuguesa, italiana. A minha ligação com clássicos vem daí, com a França deve ser por essa sofisticação da técnica, que me apaixonou”, reflete.
Restauração e culinária francesa, juntinhas e misturadas, passaram de referência distante à prática cotidiana em pouco tempo, assim que Vanessa adentrou a brigada da saudosa La Brasserie Erick Jacquin, em Higienópolis: “Eu já tinha base: limpava peixe direito, preparava molho. O que eu não tinha era o à la carte”.
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Serviço, ritmo e precisão foram cultivos ao longo de 13 anos. “Foi muito treino, muito trabalho”, resume. Cozinhar com Jacquin era dar risada de doer a barriga, levar esporro e sobretudo acompanhar da escolha do ingrediente à finalização impecável do prato – na Brasserie, nas consultorias, nos eventos e nos outros restaurantes que o chef abriu.
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