Notícia | “Deixa de ser objeto e se torna memória”, diz Oskar Metsavaht sobre uniforme na Olimpíada
‘Sou produto de duas culturas diferentes. É um superpoder’, diz Lucas Braathen
Em entrevista à Coluna, atleta olímpico fala sobre repercussão pós-abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno, saúde mental, moda e... Ronaldinho Gaúcho. Crédito: Gabriel Brito
O uniforme icônico desenvolvido pelo estilista brasileiro Oskar Metsavaht e pela Moncler entra para a história - literalmente. As roupas - inclusive as capas brancas com a bandeira do Brasil por dentro - serão doadas ao Museu Olímpico, em Lausanne, na Suíça. Para Metsavaht, ter uma criação no acervo é simbólico. “Isso me toca porque sempre enxerguei o design como linguagem cultural. Quando uma instituição dessa relevância preserva uma peça, ela reconhece que ali existe narrativa, identidade e visão de mundo”, conta à Coluna.
A peça se junta a outros itens brasileiros: o uniforme de Jackie Silva, campeã Olímpica no vôlei de praia em Atlanta 1996, e o collant de Rebeca Andrade, ginasta campeã Olímpica no solo em Paris 2024.
Além da capa usada pelo campeão olímpico Lucas Pinheiro Braathen e por Nicole Silveira, os uniformes dos demais atletas e oficiais também serão enviados ao Museu.
O uniforme brasileiro viralizou nas redes sociais logo após a cerimônia de abertura, em 6 de fevereiro. O sucesso explica, em parte, a escolha de enviar as peças para a instituição. Os elogios à criação brasileira partiram de diferentes países do mundo. Mas para Oskar Metsavaht, a repercussão mais emocionante foi a de casa: “houve........
