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O amor da Pátria em crise

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26.03.2026

Quando as bombas atroam no Médio Oriente e na Ucrânia, os europeus gemem com os preços do petróleo e consequências na carestia de vida, após as calamidades e tempestades, que nos atingiram com gravidade, discute-se a contribuição da Europa para a NATO e o serviço militar, voluntário ou obrigatório, dos jovens para a defesa. Sim que deve ser contribuído por uns e por outros.

De facto, num país de amanteigados e “copinhos de leite” depois da revolução de Abril, num Estado que tudo tem feito pela promoção e desenvolvimento da massa cinzenta dos seus filhos – não sei se para os preparar para o desenvolvimento e serviço ao país, se para exportar os mais qualificados para o estrangeiro-seria bom repensar as escolas, para saber em que sentido patriótico são educados os filhos. Isso é muito importante até porque a obra Os Lusíadas, como bíblia de nacionalismo, deixou de ser estudada nas escolas, e os soldados/combatentes da guerra colonial foram praticamente esquecidos ou menosprezados.

Por isso, lembrar a Ilíada e Odisseia de Homero, que são........

© Diário do Minho