Polícias, para que os queremos!
A polícia deve estar mais perto das pessoas, mas sem perder capacidade operacional forte de resposta e investigação.” Esta declaração, correctíssima e muito oportuna, foi proferida pelo novo ministro da Administração Interna, Luís Neves.
Nesta afirmação está expressa toda a missão policial que deve ser exercida pelos efectivos da PSP, na verdadeira dimensão da função policial de proximidade aos cidadãos.
Como sabemos, não é isso que tem acontecido. Na cidade de Lisboa não vemos um polícia de giro (duvidamos que isso ainda exista), nem vemos carros patrulha a circular em acções de vigilância preventiva nas zonas mais problemáticas da cidade ou, até mesmo, nas menos problemáticas. A cidade de Lisboa está um caos. Os cerca de 700 polícias municipais que existem em Lisboa servem, sobretudo, para dar apoio à EMEL no que respeita ao reboque de viaturas e estacionamentos proibidos. Caça à multa, pois claro. Ou, ainda, para a eventualidade de actuação num qualquer problema de trânsito. E ficam por aí!
Lisboa está, pois, um inferno. As motorizadas de distribuição de alimentos circulam em contramão. Circulam e........
