De novo, a Justiça vai ter de se chegar à frente!
Quem, estoicamente, tenha assistido à audição do ministro Luís Neves na 1.ª Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais e, depois, ao debate da moção de censura do Chega perguntará: mas por que razão, de uma vez por todas, Luís Neves não apresenta provas decisivas das afirmações que faz? Por que não mostra papéis, comprovativos de pagamentos das obras do monte, facturas e respectivas transferências bancárias, extractos bancários dos empréstimos feitos? E por que não revela nomes? Por que não diz quem foi o trabalhador que lhe vendeu as sulipas (traves de madeira dos caminhos-de-ferro) usadas no monte? Por que não vem a público o papel do orçamento dos 144 mil euros feito pela empresa privada para destruir os bidões de produtos destinados à droga armazenados em Barcelos? Por que não é transparente e não mostra provas conclusivas?
Se o fizesse libertar-se-ia, a si próprio e ao Governo, do lamaçal em que se encontra o país. E........
