“O BRT caiu”
O BRT caiu, pelo menos na forma como foi contratado. Já muito escrevi sobre a opção tomada pelo BRT e sobre os sucessivos cortes no projeto até se chegar a uma linha dos TUB que já existe desde a Estação da CP até à Universidade do Minho, que seria estendida até ao Hospital. Durante a campanha eleitoral, o Amar e Servir Braga pediu para que não assinassem o contrato de Conceção e Construção do BRT, por forma a ser possível revisitar o projeto. Os motivos desse pedido eram a introdução de carris no percurso da “Rodovia”, bem como a garantia da criação de ciclovias ao longo desse canal. A 3 de outubro de 2025 a administração dos TUB e o consórcio MCA/Painhas/Tecnifeira assinaram o contrato de concepção e construção do BRT no valor de 32,6 Milhões de Euros.
Estamos a falar do contrato para executar obras nas ruas.
Nesse mesmo dia João Rodrigues lançava um comunicado, dizendo que atrasar o BRT era colocar em risco o financiamento previsto, que a verba comunitária via PRR “implica a execução integral do projeto até junho de 2026” e que, “para que fique muito claro, este não é possível, de modo algum, aplicá-los numa........
