“Uma vitória longe demais”
E se o Irão resistir? E se a incapacidade de submeter o Irão acabar por resultar num rude golpe à supremacia acordada aos EUA, porque na verdade recuemos, não obstante o poderio que ostentam seja de facto impressionante? E se o Irão resistir a ponto de que a cada dia se faça mais horrenda a intervenção americano-sionista, a ponto realmente de que se opere uma inversão de papeis, tal que a figura odiosa passe a ser o nosso grande aliado e esse pilar da democracia no próximo oriente, o estado judaico? E se o Irão, sem que o queira, sem que nós o queiramos, se revelar o gatilho para que de nossa parte descartemos a subserviência que arrastamos de há oitenta anos a esta parte, mesmo há mais, se remontarmos ao final da I Grande Guerra a entrada em trevas da autonomia e do orgulho europeu? E o que ele foi dizer, como quem tem graça, na frente da senhorinha japonesa: ai vocês também não avisaram, quando bombardearam Pearl Harbour! O Cómico assimila as situações? Olha,........
