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“Encostados ao muro”

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O António Costa diria «encostados ao vuro», batendo por KO minhoto que troque bês por vês, e assim começo crónica com lapso caricatural e anedótico. Assim começo, porque de menos em menos encontramos algo que nos distraia de sensação aflitiva de caras contra o muro. Agarrando de ambas mãos hipótese de graça doentia, diria que nós, nesta bimilenária capital do Vinho, bem que poderíamos avançar com Vural folclórico na Pedreira, esculpindo uma efígie do Donaldo na testeira da escarpa: assim como assim, ou era golo, ou era tiro ao boneco, isto para não dizer que seria complemento de glória para o Souto Moura, e atração turística firmada, ou mesmo pretexto para convite a que fizéssemos pedido de adesão à mais nobre das nações existentes à face da Terra. Eu não teria muita sorte, mas espírito de sacrifício não me falta. Metia a viola ao saco se ouvisse dizer de Trump e da América 1/10 do que vimos dizendo de Putin e da Rússia de há anos a esta........

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