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O craque não pode ser o técnico

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Há um paralelo pouco explorado entre as duas últimas participações do Brasil na Copa do Mundo. Em 2023, na Austrália e na Nova Zelândia, a Seleção feminina, comandada à época pela sueca Pia Sundhage, foi eliminada pela Jamaica ainda na fase de grupos após o empate sem gols na última rodada. O time verde-amarelo não caía tão cedo em um Mundial desde 1995.

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Três anos depois, foi a vez da Seleção masculina, dirigida pelo italiano Carlo Ancelotti, dar adeus nas oitavas de final no Canadá, Estados Unidos e México ao perder por 2 x 1 para a Noruega. A eliminação mais precoce desde a Copa da Itália, em 1990.

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Os paralelos continuam. Pia chegou ao Brasil depois de conquistar duas medalhas de ouro olímpicas pelos Estados Unidos em Pequim-2008 e em Londres-2012, uma prata com a Suécia no Rio-2016 e um vice-campeonato mundial em 2011. Ancelotti desembarcou como o técnico mais vencedor da Liga dos Campeões, com cinco títulos, dois........

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