A Copa ideológica
Há mais do que uma partida de futebol nos jogos do Brasil na Copa do Mundo aqui nos Estados Unidos. As partidas permitem aferir a intenção de voto na próxima eleição. Ouso afirmar que o bolsonarismo é mais forte do que o lulismo nas arenas do país de Donald Trump. Basta caminhar entre os torcedores, ouvir comentários, pinçar opiniões e testemunhar o apoio maciço à entrada de Neymar em campo na vitória contra a Escócia.
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A Seleção é o retrato de um país dividido. Quando o camisa 10 entrou em campo na partida de sexta-feira, foi possível ouvir um súdito ironizando: "Vai lá, entra em campo, agora, e responde na bola a quem te chamou de jogador de 'home office'".
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Menos politizada do que em 2022, a Seleção deixa a esquerda carente de um xodó para chamar de seu. Ouvi nas três partidas na fase de grupos adeptos da esquerda sentindo falta do........
