Oscar, um monumento sempre vivo de Brasília
Morreu Oscar Schmidt. Não o Mão Santa, não o maior cestinha olímpico, não o que derrotou a lendária seleção americana em seu próprio país, não o que recusou a NBA para continuar defendendo a Seleção Brasileira. O atleta nunca morrerá. Os ídolos sempre serão salvos na memória. Mas será mesmo possível separar esse cara que fez história no basquete mundial do Oscar menino, pai de família, palestrante, emocionado, devotado ao esporte e à vida?
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Ele sempre me pareceu diferente dos tantos ídolos que acabam por se distanciar da própria história, alforriados do passado, tornando-se eles próprios os troféus ou os pódios, como se virassem estátuas de pedra, de museu, pessoas encasteladas em suas obras, em seus recordes. Oscar........
