Bilionários, pobreza e o velho teatro da meritocracia
Existe algo profundamente cruel quando um apresentador bilionário decide criticar um benefício de sobrevivência voltado à população de baixa renda enquanto lucra justamente em cima da fragilidade financeira do povo.
E é impossível ignorar a contradição!
De um lado, o discurso moralista sobre “acomodação”.
Do outro, a promoção de plataformas de apostas, “bets” e produtos como o “Familhão”, vendidos como esperança rápida para quem já vive sufocado pela desigualdade.
O pobre pode apostar, consumir sonhos e alimentar a engrenagem do entretenimento milionário. Mas não pode receber........
