O tic-tac do relógio atômico acelera o passo
E tudo começou com o projeto Sionista de poder, trabalhando sigilosamente às escuras, entre tramoias de iniciados e escolhidos, para domínio do mundo através do sistema financeiro, do sistema de mídia, dos sistemas tecnológico, artístico, científico. Com método, foco e determinação. Além de um malévolo plano de cooptação de mentes, via esdrúxula joint venture de religiões, misturando credos numa só panela, substituindo compaixão por lucro, humanidade por futilidade, o ser pelo poder.
O exibicionismo, a fama, a ostentação são ativos indispensáveis. Assim, numa crescente fragmentação moral, ética, filosófica, espiritual, vemos conhecidos, desconhecidos, próximos e distantes se fazerem versão artificial e robotizada de gentes. Não se falam, não conversam, não se abraçam nem se amam. Ligados por uma rede de iPhones, que cobre a superfície terrestre, conectando os mortos-vivos, em que nos transformamos, submissos ao controle e à vigilância de plataformas digitais, que nos decifram e radiografam para que dúzia e meia ou mais de trilionarios possuam ilhas ostentação, bunkers subterrâneos, personal jatos luxuosos chamados "palácios voadores".
Roupas de marca são alegorias da miséria chic. O físico é produzido em série, rostos em efeitos capitonê, e todos se admiram ao espelho, sem se dar conta da própria deformidade. A violência correndo solta. A incapacidade da compaixão. Os ódios ancestrais moldados, sublimados, racionalizados, ao longo de milênios de processo civilizatório, retornam ao estágio bestas feras, insurgindo contra os mais fracos da sociedade. Em vez de acolhimento, massacre.
A solidariedade é obsoleta. Piedosos proibidos de se apiedar. Dar comida a quem tem fome é out. A força bruta é in, a vulgaridade é on. Sociedade de descartáveis, o original é defeito, o legítimo é perigo. E veio o genocídio, e não choramos. Vieram os arquivos Epstein, e não nos escandalizamos. O tic-tac do relógio atômico acelera o passo. A 3ª Guerra começou. E o futuro? O futuro? Onde estás que não respondes?
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.
