Alerta máximo
A história funciona como uma grande mestra: revisitá-la constantemente é fundamental para compreender e aprender com o passado. Rememorar os acontecimentos, por mais dolorosos que sejam, é necessário para evitar que os mesmos erros se repitam. Porém, esse processo nunca é fácil e exige esforço e reflexão.
A atuação da Globo na história brasileira
Ao analisar a trajetória da Globo, é possível identificar uma série de eventos e posicionamentos que marcaram sua atuação na sociedade brasileira:
Criada com dólares estadunidenses, a origem da Globo está diretamente ligada a investimentos estrangeiros;
Desde o início, a emissora sempre esteve a serviço dos interesses do imperialismo, atuando conforme as diretrizes de potências estrangeiras;
Historicamente, apoiou golpes e tentativas de derrubar governos democráticos, influenciando o cenário político nacional;
No golpe de 1964, a Globo teve papel de destaque como protagonista ferrenha, contribuindo ativamente para a mudança do regime democrático e o estabelecimento da ditadura;
Ao longo dos anos, foi e continua sendo uma crítica feroz da Petrobras, defendendo a sua privatização e contrariando interesses nacionais;
A emissora se posiciona como arauta da ideologia burguesa, promovendo valores alinhados à classe dominante;
Defende o semipresidencialismo, postura que contraria o disposto na Constituição brasileira;
Por fim, segue fielmente as orientações de seu chefe, os Estados Unidos, realizando tudo o que lhe é solicitado.
Esses pontos revelam uma postura histórica da Globo marcada por alinhamento a interesses estrangeiros, defesa de mudanças políticas controversas e promoção de valores que favorecem determinadas elites econômicas e políticas. Revisitar essas questões é essencial para compreender o papel das grandes mídias na formação da opinião pública e nos rumos do país.
Brizola, entendendo a importância de contrapô-la, pagava espaço no mesmo jornal para escrever seus artigos. E cunhou: “Onde estiver a Globo, devemos estar do outro lado".
Neste momento crucial de definição dos rumos do país pelas eleições, essa mídia malcheirosa ataca por todos os flancos o STF.
É claro que há telhados de vidro. Entretanto, na conjuntura, sinaliza golpe essa desmoralização que está a fazer com o STF. Por que agora?
Hoje, 7 de março, passando a vista pelos jornais, o foco está em cima do Lulinha e, pelo que pude analisar, não há ilegalidade nos seus negócios, mas há, sim, ilegalidade na devassa que estão fazendo de sua vida.
A mídia corporativa, comandada pela Globo, quer criar o aparente caos institucional para servir ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cujo método de intervenção nos assuntos internos de outra nação ocorre quando há polarização que aparente fragilidade institucional.
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.
