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Globo, Valor, Folha, Estadão são atraso, retrocesso e instrumentos dos ricos na luta de classes contra pobres e trabalhadores

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26.02.2026

Os donos bilionários dos jornalões e de todas mídias cruzadas e monopolizadas, bem como seus sequazes de comando das redações chamados de jornalistas, editorialistas, comentaristas e colunistas entraram em alerta máximo para combater, mais uma vez de inúmeras vezes em suas lamentáveis histórias, os avanços sociais, em especial os trabalhistas, a exemplo do fim da jornada de trabalho 6x1, que será votada até maio na Câmara dos Deputados.

Nada que surpreenda a classe trabalhadora, porque os sindicatos de trabalhadores, com o apoio do Governo Lula-3, enfrentam a reação de uma “elite” carcomida pelo egoísmo e moralmente degenerada no que tange à exploração secular dos trabalhadores e à ganância irrefreável por acumular patrimônio e dinheiro, além da luta incessante para capturar o Estado e desse modo manter eternamente seus privilégios, a controlar o dinheiro público, assim como afirmar cinicamente quando está no poder que investir na melhoria de vida dos pobres é gasto, mas quando se trata dos ricos é investimento. Dois pesos e duas medidas.

Para quem não sabe, a chamada grande imprensa de negócios privados sempre pautou o combate aos direitos dos trabalhadores, bem como, de forma intermitente, sempre manipulou a verdade e mentiu sobre a intenção de qualquer governo trabalhista ou de sindicatos quanto a efetivar direitos que beneficiem a classe trabalhadora, para que a maioria da sociedade, principalmente a classe média, que ridiculamente apoia os interesses dos ricos, associa-se a ideias e processos que não coadunam com sua própria realidade econômica, financeira e, obviamente, de classe social.

Acontece que a classe média é também parte da classe trabalhadora, mesmo que em seu meio exista empreendedores, mas que não são realisticamente controladores reais dos meios de produção. Quem são proprietários para valer e que, recorrentemente, valem-se de ações e atos deletérios são os bilionários como os magnatas donos da imprensa de mercado, os que lutam para manter indefinidamente o status quo e, consequentemente, locupletaram-se com riquezas advindas do empenho dos trabalhadores e da sociedade em geral. Desse modo, mantém-se os privilégios, que são ampliados com a captura do patrimônio público, que é transferido impunemente para as mãos da iniciativa privada, por intermédio das privatizações, inclusive, de estatais estratégicas para a soberania e independência do Brasil.  

Trata-se da vocação de uma classe riquíssima minoritária para viver no luxo e opulência com toda a pompa e circunstância, mas sem se preocupar minimamente com o desenvolvimento social e econômico da grande maioria da população, além de lutar para que o País seja apenas um lugar onde essa gente ganha muito dinheiro e paga salários baixos para seus milhares de empregados, que são os esteios de suas riquezas. Esses referidos multimilionários vivem como verdadeiros sultões do luxo excessivo, em uma opulência extrema, doa a quem doer, no caso, a grande maioria dos trabalhadores e aposentados, que conta moedas para poder embarcar em um ônibus lotado para ir ao trabalho, se não estiver desempregada.

Contudo, não há surpresa quanto às ações desses magnatas bilionários e seus lugares-tenentes, que são os porta-vozes do sistema de capitais, sendo que no Brasil esse processo é selvagem, porque se trata de um País que é o paraíso dos sanguessugas, a exemplo dos rentistas, da concentração de renda e riquezas, que tem como principal suporte os juros altos e os preços estratosféricos dos produtos comprados pela população, que sustenta o........

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