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Afogamento infantil: quando saber nadar não chega

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30.07.2026

Em Portugal, os dados disponíveis apontam para centenas de mortes e internamentos por afogamento infantil nas últimas décadas, muitas vezes em praias, rios, piscinas ou tanques sem vigilância adequada. Apesar disso, o problema continua pouco visível no debate público e na agenda política de saúde.

Muitas famílias assumem que “quem sabe nadar está seguro”. Essa ideia é enganadora. Atravessar uma piscina ou “dar umas braçadas” é diferente de ter competências de sobrevivência aquática: flutuar sem apoio, manter a calma em águas profundas, reconhecer zonas perigosas ou reagir a uma queda inesperada à água.........

© A Voz de Trás-os-Montes