Afogamento infantil: quando saber nadar não chega
Em Portugal, os dados disponíveis apontam para centenas de mortes e internamentos por afogamento infantil nas últimas décadas, muitas vezes em praias, rios, piscinas ou tanques sem vigilância adequada. Apesar disso, o problema continua pouco visível no debate público e na agenda política de saúde.
Muitas famílias assumem que “quem sabe nadar está seguro”. Essa ideia é enganadora. Atravessar uma piscina ou “dar umas braçadas” é diferente de ter competências de sobrevivência aquática: flutuar sem apoio, manter a calma em águas profundas, reconhecer zonas perigosas ou reagir a uma queda inesperada à água.........
