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O peso da escolha

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07.03.2025

Os critérios para determinar quando prolongar a vida ou quando é mais sensato permitir que ela chegue ao fim são complexos e, por vezes, pouco claros. A qualidade de vida, a eficácia do tratamento e às vezes até mesmo os recursos disponíveis tornam-se fatores essenciais nesta equação.

A ideia de que temos total autonomia sobre a nossa própria vida e morte é um conceito reconfortante, mas que, na prática, se revela uma ilusão. As decisões são tomadas num contexto onde a ética se cruza com a gestão e a compaixão precisa coexistir com a racionalidade. Confuso? Não é para menos.

O dilema reside na linha que separa o prolongamento da vida da obstinação terapêutica. E é nesse cenário que a ilusão da autonomia se manifesta: enquanto acreditamos estar no........

© A Voz de Trás-os-Montes