De Dumas a Vitinha: os novos mosqueteiros de Paris
Se Alexandre Dumas eternizou França com Os Três Mosqueteiros, Paris assiste agora a uma nova epopeia, escrita em português e jogada com bola nos pés. Desta vez não são Athos, Porthos e Aramis, mas quatro mosqueteiros portugueses que defendem o escudo parisiense com propósito, inteligência e lealdade absoluta à causa coletiva: Vitinha, João Neves, Nuno Mendes e Gonçalo Ramos. Um por todos, todos por um. No coração da Cidade Luz, são portugueses os homens que comandam o jogo e conduzem o PSG à conquista do mundo.
Vitinha, eleito MVP da final, foi a face mais visível de uma influência coletiva decisiva. Dono do tempo, do espaço e do critério, jogou como quem conhece o guião antes do espetáculo começar. Assumiu a liderança técnica e emocional da equipa e confirmou aquilo que o futebol europeu já reconhece: estamos perante um médio total, capaz de pensar o jogo, executá-lo e dominá-lo nos momentos de maior exigência.
Ao seu lado, João Neves representa a essência do mosqueteiro moderno: intensidade, coragem e........
